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Em meados de 1945, Guarujá havia conquistado sua autonomia administrativa de Santos á pouco mais de dez anos, mas seus prefeitos eram nomeados pelo Governador do Estado. O fim da Segunda Guerra Mundial colocou o Estado Novo de Getúlio Vargas em xeque, e uma onda democratizante varreu o país. Nessa época, o comando da cidade passou por diversas mãos, Paulo Figueiras Júnior passou o governo para Eduardo Boaventura, no ano seguinte, 1946, foi a vez de Renata Crespi da Silva Prado ser nomeada como Prefeita. Nesse mesmo ano, o Presidente da República, Eurico Dutra proibiu as atividades dos cassinos no país, desmotivando totalmente a Prefeita à manter-se no cargo, uma vez que, na sua opinião, Guarujá não seria viável economicamente sem os empregos e os visitantes advindos dos jogos. Sucederam-se, ainda em 1946, no comando da cidade, Alexandre Martins e depois, Gaspar Mena Falcão, Hermínio Amado e José da Costa e Silva.